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Quer ter uma Relação Feliz? Evite estes 10 Comportamentos.

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Há comportamentos e atitudes que parecem inofensivas mas que desgastam seriamente uma relação amorosa. Provavelmente vai perceber que tem alguns ou mesmo todos. Estes são os mais comuns e aqueles que, segundo os especialistas ouvidos pelo site especializado Everyday Health, mais podem desgastar a vivência a dois.

‘O que é que se passa? Nada’

Fingir que nada de errado se passa quando na verdade se sente aborrecido ou magoado provoca tensão e ressentimentos acumulados. O seu parceiro vai perceber que não está bem, mas se não lhe diz o motivo, não podem resolver a questão. O pior de tudo é que estes assuntos não resolvidos acabam por voltar vezes sem conta.

‘A tua mãe, outra vez?’

Não é raro pais e sogros serem motivo de conflito entre os casais. É importante pôr este assunto no lugar e adoptar uma estratégia comum. Por exemplo, podem combinar ter os pais a jantar lá em casa uma vez por semana ou alternar férias com a família de um num ano e de outro noutro ano. O mais importante é definir as regras para que depois não surjam discussões.

‘Hoje não vamos ter a nossa noite’

É importante que de vez em quando tenham pelo menos uma noite só para os dois. A não ser que seja por um motivo de força maior como uma emergência ou doença, nunca deve abdicar deste tempo que permite cultivar a ligação enquanto casal e ter conversas que não poderiam ter na presença dos filhos, amigos ou outros familiares.

‘Sexo? Estou com tanto sono…’

É normal sentir-se cansado no final do dia e é perfeitamente compreensível quando se trata de casais com vidas ocupadas. No entanto, é importante encontrar tempo quando sente energia e vontade de ter sexo. Provavelmente poderá pensar noutras alturas como uma manhã de fim de semana.

‘Vou-me embora’

Ir-se embora a meio de uma discussão pode ter efeitos muito nocivos na relação, especialmente se envolver bater portas ou insultos. É um jogo de poder que deixa o outro a sentir-se abandonado e sem saber como agir. Se sente que precisa de se afastar para acalmar os ânimos, pode pedir calmamente para fazer uma pausa. ‘Preciso de ficar um pouco sozinho para clarificar as ideias. Podemos interromper a conversa e já falamos?’. Esta é uma abordagem mais eficaz.

Tempo a dois com televisão e tablets

Finalmente têm tempo a dois. Mas em vez de estarem um com o outro, sentam-se no sofá e ligam a televisão ou pegam no tablet para ver o e-mail. A tecnologia pode ser viciante e divertida, mas é também uma fonte de grande distracção do que é realmente importante. Por isso, aproveitem para fazer alguma actividade a dois como um jogo de tabuleiro ou para simplesmente conversar e namorar.

‘Sim, foi óptimo’

Fingir orgasmos ou fingir que gosta de determinadas posições sexuais pode ser bastante nocivo para a sua relação e até injusto para o seu parceiro. A vida sexual pode melhorar bastante se optarem pela honestidade e disserem o que realmente gostam.

‘Não precisamos de férias a dois’

As férias em família são divertidas, mas não oferecem ao casal a oportunidade de descansar e namorar. Pelo menos uma vez por ano devem tentar ter férias a dois ou, caso não seja possível, pelo menos tentar um fim de semana, nem que seja na cidade onde vivem.

‘Acabaram-se as noites com os meus amigos’

Muitos casais optam por deixar de ter noites com os seus próprios amigos. Porém, é importante ter tempo para os seus amigos e para desenvolver os seus interesses. Podem estabelecer algumas regras, como por exemplo não estar fora toda a noite, mas é importante confiarem um no outro e cultivarem as amizades anteriores ao casamento. 

‘Casei-me, sim, é normal ter ganho peso’

É comum os casais ganharem peso e desleixarem-se com a aparência depois de estarem casados. No entanto, isto tem consequências físicas e emocionais para ambos. Não deve desistir de si e do seu corpo, pela sua auto-estima e pelo estímulo da sua relação. Façam um pacto para se manterem activos e comerem de forma saudável.

Fonte: Everyday Health

5 maneiras de encontrar o Amor Verdadeiro

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Mesmo que não admitam, muitas pessoas passam a vida à procura da sua cara metade. Encontrá-la não é tarefa fácil, mas há coisas que pode fazer e que o vão ajudar a encontrar um companheiro que o respeite e que goste de si por aquilo que é.

O psicólogo Gregory L. Jantz deixa-lhe algumas dicas para que esta busca não seja impossível.

1. Seja autêntico: O ‘amor da sua vida’ tem de estar disposto a estar ao seu lado nos bons e nos maus momentos. Mas isso implica que faça o mesmo por ele. Seja honesto consigo mesmo e pense naquilo que verdadeiramente o faz feliz. Estar constantemente a mudar os seus gostos, os seus objectivos e as suas paixões por causa de outras pessoas, não o vai ajudar. A autenticidade atrai outras pessoas, portanto aprenda a gostar de si, por aquilo que é, e vai ver que vai encontrar a pessoa certa para si.

2. Tenha iniciativa: Quando se procura um companheiro, toda a gente tem uma ideia pré-concebida de como quer que essa pessoa seja. Mas ela não lhe vai cair ao seus pés portanto páre de se queixar e vá atrás dela. Se quer um companheiro que goste de desporto, compre uns ténis e inscreva-se num ginásio. Caso queira alguém culto e que se interesse por livros, comece a frequentar livrarias, bibliotecas e até mesmo conferências. O que não pode fazer é estar constantemente a lamentar-se.

3. Não se feche: Para encontrar ‘o tal’, tem de estar disposto a olhar à sua volta e conhecer outras pessoas. O pior que pode fazer é fechar-se. Se vê uma pessoa na fila para comprar um livro e a acha atraente, porque não mete conversa? Se está interessado num amigo do seu primo/irmã/amigo, porque não lhe pede para organizar um jantar para se conhecerem melhor? Mesmo que essa pessoa acabe por não ser a certa para si, sempre é uma maneira de lutar contra a timidez.

4. Confie em si mesmo: Isto pode parecer um cliché, mas é importante que acredite em si mesmo e que acredite que vai encontrar a pessoa certa para si. Se for autêntico, bem disposto e confiante, vai ver que o seu companheiro ideal há-de aparecer. Estas qualidades vão acabar por ‘atrair’ alguém que o compreenda e que goste de si pelo que é.

5. Seja feliz: Este é, sem dúvida, o conselho mais importante. Ninguém quer estar com alguém que esteja sempre infeliz e a queixar-se da vida. A felicidade atrai ainda mais felicidade. E se quer alguém que seja feliz ao seu lado, faça os possíveis para o ser também.

Sol

Porque é que o Budismo não apoia o Amor Romântico? – Thich Nhat Hanh

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“Se o Budismo apoia o amor pela Mãe Natureza, por que ele também não apoia o amor romântico entre duas pessoas e as demonstrações de afecto entre duas pessoas?”

Confira no curto vídeo abaixo, a bela resposta do Thich Nhat Hanh sobre a pergunta acima e fala das quatro qualidades incomensuráveis.

“Romântico ou não romântico, isso não importa. O importante é se é amor genuíno ou não genuíno.”

[Ative a legenda clicando no quadradinho no canto inferior direito do vídeo]

Transcrição, Tradução e Legendas: Pedro Miotto, Marcos Bauch, Fabio Rodrigues, Fabio Valgas, Vitor Barreto, Gustavo Gitti e Luís Oliveira.

À Descoberta do Amor

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Ensaia um sorriso
e oferece-o a quem não teve nenhum.
Agarra um raio de sol
e desprende-o onde houver noite.
Descobre uma nascente
e nela limpa quem vive na lama.
Toma uma lágrima
e pousa-a em quem nunca chorou.
Ganha coragem
e dá-a a quem não sabe lutar.
Inventa a vida
e conta-a a quem nada compreende.
Enche-te de esperança
e vive á sua luz.
Enriquece-te de bondade
e oferece-a a quem não sabe dar.
Vive com amor
e fá-lo conhecer ao Mundo.

Mahatma Ghandi

O apego é o oposto do Amor.

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Texto extraído do livro  “Into The Heart Of Life“, por Jetsunma Tenzin Palmo. 

Todos nós queremos ser felizes. E gastamos uma enorme quantidade de esforço tentando fazer com que sejamos mesmos felizes. Através dos séculos, as pessoas têm reflectido sobre o dilema de como ser feliz e manter-se feliz . Então, como é que a maioria das pessoas são tão infelizes? Não apenas elas são extremamente infelizes, como elas também fazem as pessoas ao seu redor infelizes também. Muitas pessoas têm uma grande quantidade de dor nas suas vidas, que elas tentam aliviar da maneira que puderem. Outros, porém, na superfície, pelo menos, sentem-se muito contentes com a sua sorte. A questão da satisfação é muito importante.

Após a sua iluminação, o Buda começou a ensinar exactamente a partir de onde estamos. Ele disse, “A vida do jeito que levamos não é satisfatória. Há uma falta interior, um vazio interior , um sentimento interior de falta de sentido que não se pode preencher com coisas ou pessoas. Qual é a causa desta instabilidade inerente, neste sentido inerente de insatisfação que nos corrói?”

O Buda ensinou que a razão essencial para essa doença dentro de nós é o nosso apego, a nossa mente cheia de desejos que são baseados em nossa ignorância essencial. Ignorância do que ? Basicamente, a ignorância de compreender a forma como as coisas realmente são. Que pode ser explorada em muitos níveis, mas vamos lidar com isso em primeiro lugar do ponto de vista de que nós não reconhecemos a impermanência, e nós também não reconhecemos a nossa verdadeira natureza. Portanto, estamos sempre agarrando algo externo. Nós não percebemos nossa interconexão interior, e identificamo-nos sempre com esse sentimento do eu e do outro.

Agora, assim como temos a ideia do eu e do outro, temos, portanto, a ideia de querer adquirir o que é atraente e afastar o que queremos evitar. Então este sentimento de vazio interior tem de ser preenchido, e cedemos ao apego. E é claro que pensamos no nosso delírio de que o nosso apego às coisas e às pessoas é o que nos trará felicidade. Fazemos isso o tempo todo. Estamos apegados às nossas posses, estamos apegados às pessoas que amamos, estamos apegados à nossa posição no mundo, e à nossa carreira e ao que alcançamos. Pensamos que segurando essas coisas e essas pessoas firmemente teremos segurança, e que a segurança nos dará felicidade. Essa é o nosso delírio fundamental, pois é o próprio apego que torna-nos inseguros, e a insegurança que nos dá essa sensação de constante mal-estar.

Ninguém nos prende com correntes a esta roda. Nós agarramo-nos a isso, nós é que seguramos com todas as nossas forças. O caminho para sair da roda é apenas deixar ir. Entendes? Essa apreensão, essa mente apegada é a causa do nosso sofrimento, mas estamos muito enganados, porque pensamos que a nossa ganância e nossos desejos e os nossos apegos apontam para as fontes de felicidade. Por mais que neguemos, nós realmente acreditamos que de alguma forma ou de outra, se todos os nossos desejos forem realizados, teremos uma grande felicidade. Mas o facto é que os nossos desejos nunca podem ser todos realizados. Desejos são infinitos. O Buda disse que era como beber água salgada , que acabamos de obter mais e mais sede.

O que o budismo quer dizer com desapego ? Muitas pessoas pensam que a ideia de desprendimento, desapego, ou não- apego é muito fria. Isso é porque elas confundem apego com amor. Mas o apego não é amor verdadeiro, apego é só amor à si mesmo.

“O apego é o oposto do amor. 
O apego diz: ‘Eu quero que você me faça feliz.
O amor diz: ‘Eu quero que você seja feliz.”
Jetsunma Tenzin Palmo

Solidão, sexo e Amor na visão de Buda

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A solidão é um estado de espírito negativo. Fica sentindo que seria melhor se o outro estivesse ali – seu amigo, sua esposa, sua mãe, a pessoa amada, seu marido. Seria bom se o outro estivesse ali, mas ele não está.

Solidão é ausência do outro.

Está se sentindo sozinha ou sozinho?

Não sinto a solidão, pois não estou sentindo a falta de ninguém. Estou só comigo mesma. Estar só com você é a presença de si mesmo.

O estar sozinho é muito positivo. É uma presença, uma presença transbordante. Sente-se tão pleno de presença que pode preencher o universo inteiro com a sua presença, e não há nenhuma necessidade de ninguém.

Quando não existe “alguém significativo” em nossa vida, podemos tanto nos sentir solitários, quanto desfrutar da liberdade que a solidão traz.

Quando não encontramos apoio entre os outros para as nossas aflições, sentimo-nos isolados e amargurados, ou então, podemos celebrar o facto de que o nosso modo de ver as coisas é seguro o bastante, até para sobreviver à poderosa necessidade humana de aprovação dos outros.

Buda dizia que cada um de nós deve desenvolver em si a capacidade de abrir o seu próprio caminho através da escuridão, sem quaisquer companheiros, mapas ou guias.
Devemos ser a luz de nós mesmos.

Não sente falta de sexo? Sabe, carne com carne, beijo, prazer…

Bem, ainda pouca gente sabe o que é o amor. Noventa e nove por cento das pessoas, infelizmente, pensam que sexualidade é amor – não é. A sexualidade é por demais animal; certamente, ela contém o potencial para transformar-se em amor, mas ainda não é amor, apenas potencial…

Se tornar-se consciente, alerta e meditativo, então o sexo poderá ser transformado em amor. E se a sua atitude meditativa tornar-se total e absoluta, o amor poderá ser transformado em compaixão. O sexo é a semente, o amor é a flor, compaixão, meus amigos… É o perfume… E que delícia de perfume!

Se amor é compaixão, como faço para sentir essa compaixão?

Às vezes acha que o seu relacionamento é apenas conveniente para si, pois está acostumada a ele?
Quando me refiro ao sexo desta maneira, fica até envergonhada? Acho, então, que jamais fez amor de verdade. Sente prazer, muito, mas não sabe como é o estado real.

Sempre acaba e ainda está com vontade?
Houve um tempo em que achou que o problema estava com você?

Nunca fica satisfeita?

É porque ainda não existe compaixão. Buda definiu a compaixão como sendo “amor mais meditação”. É quando o seu amor não é apenas um desejo pelo outro, quando não é apenas uma necessidade física. Quando o seu amor é um eterno partilhar. Não está pedindo nada em troca, entende? Mas está pronto para dar apenas, – dar só pela total alegria de dar.

Acrescente a meditação a ele, e o puro perfume será exalado. Isso é compaixão; compaixão é o fenómeno mais elevado.

Na verdade, o maior “problema” do amor sexual é que ele nunca perdura. Só quando aceitamos tal facto é que podemos celebrá-lo pelo que ele realmente é – dar as boas-vindas a seu aparecimento, e dizer adeus com gratidão quando ele se vai – Porque uma hora ele acaba indo.

Então, à medida que vamos amadurecendo, conseguimos viver o amor que existe além da sexualidade, e que honra a individualidade singular do outro. Começamos a compreender que o nosso parceiro funciona frequentemente como um espelho, reflectindo aspectos desconhecidos do nosso ser.

Esse amor é baseado na liberdade, não em expectativas, muito menos na sua necessidade pessoal.

Em suas asas, somos levados, cada vez mais alto em direcção ao amor universal, que vive tudo como uma coisa só.

Autora: Iara Fonteseca

Qual a diferença entre Amor Romântico e Amor Genuíno ?

 

 

Sabe, o apego é como segurar com bastante força. Mas o amor genuíno é como segurar com muita gentileza, nutrindo, mas deixando que as coisas fluam. Não é ficar preso com força. Porém é muito difícil para as pessoas entenderem isso, porque elas pensam que quanto mais elas se agarram a alguém, mais isso demonstra que elas se importam com o outro.”

Qualquer tipo de relacionamento no qual imaginamos que poderemos ser preenchidos pelo outro será certamente muito complicado.”

São apenas 4 minutos de vídeo. Fala simples, repetida há séculos. Mas é incrível como há pessoas que ainda não entenderam!

Se também bate com a cabeça nos relacionamentos e se lembra agora de pessoas mergulhadas no ciúme, controle, carência, apego e desentendimento, por favor ouça essa mulher com atenção.

Tão dura, tão doce…

Jetsunma Tenzin Palmo é uma mulher poderosa! Nasceu na Inglaterra e foi para a Índia com 20 anos, virou aluna de Khamtrul Rinpoche, viveu 12 anos em retiro numa caverna no Himalaia, tornou-se a segunda mulher ocidental ordenada no budismo tibetano (escola Drukpa Kagyu) e fundou um mosteiro de monjas, onde é a responsável hoje em dia, além de oferecer palestras e retiros pelo mundo todo. Com uma linguagem simples e um foco na vida quotidiana, sem discursos eruditos, ela é uma grande professora, recomendada por Sua Santidade o Dalai Lama e Alan Wallace.

Os seus 71 anos não são suficientes para reduzir sua energia. É uma mulher tão doce e tão dura, tão cortante e tão acolhedora ao mesmo tempo — antes de se conhecê-la, poderiamos pensar que eram qualidades opostas.

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Interessante: o gesto que ela faz para “segurar com leveza” é o mesmo que usamos para “oferecer”

Fonte: Adaptado de PapoDeHomem – Gustavo Gitti

Uma das visões do Budismo sobre o Amor.

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De repente, a paixão. Uma emoção avassaladora que encobre o nosso raciocínio e nos faz perder o rumo de nossas metas, somente pela vontade de estar com a pessoa durante as 24 horas do dia, desfrutando do seu prazer e da sua companhia. Logo, surgem planos para o futuro: de viver juntos, casar. Em resumo, formar uma nova família e ser “felizes para sempre”. Mas, será esta a realidade que encontramos em nosso dia-a-dia?

Quantas vezes presenciamos um casamento que se transforma em divórcio após algum tempo, ou brigas fúteis que fazem o amor desaparecer com a mesma rapidez com que surgiu?

O amor real não existe quando duas pessoas estão coladas, somente poderá ser estabelecido entre duas fortes pessoas que estão seguras de sua individualidade. Uma pessoa superficial somente terá relações superficiais. Caso queira um verdadeiro amor, é fundamental desenvolver uma forte auto-identidade em primeiro lugar.
O amor verdadeiro não está no acto de realizarmos o que a outra deseja que façamos, ou fingirmos ser o que na verdade não somos. O amor ideal é somente criado entre duas pessoas sinceras, maduras e independentes.

Por esta razão, nada é mais sábio do que sermos capazes de nutrir o nosso carácter através de diligentes esforços – quer no ambiente de trabalho, na família, escola e com os nossos amigos. Desta forma, iremos alcançar um estado de vida que nos possibilite suplantar todas as adversidades e naturalmente iremos atrair as pessoas certas ao nosso redor.

Autor: Daisaku Ikeda – Líder do Budismo de Nitiren Daishonin

Tulku Lobsang – Fecha os olhos, abre o teu coração e vê o amor!

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O amor não é algo que tu encontras. Faz uma breve meditação. Fecha os teus olhos e abre o teu coração. Fica em silêncio. Quando fechas os teus olhos e abres o teu coração, então irás ver o amor. Nós tentamos sempre abrir os nossos olhos, mas não são os olhos que vêem o amor. É o coração que vê o amor. Podes ter mil olhos e não veres o amor. Precisas simplesmente de abrir o teu coração. Esta é a maneira de ver o amor.

Quando tiveres fome, pensa no amor e terás menos fome. Quando sentires dor, pensa no amor e sentirás menos dor. Quando estás irritado, pensa no amor e terás menos raiva. Quando tens medo, pensa no amor e terás menos medo. Quando tiveres frio, pensa no amor e sentirás menos frio. É o amor que nos dá tudo. Achas que existe alguma coisa por detrás do amor que te possa dar mais? É o amor que dá e faz tudo. Sempre que tenhas um problema, ora com amor, pensa no amor, sente amor. O amor é mais que Deus. Imediatamente, irás sentir que tudo é fácil, tudo é melhor, os problemas reduzem.

Fecha os teus olhos e abre o teu coração. Quando fechas os teus olhos significa que paras de pensar. Quando paras de pensar, nesse momento, estás no teu coração. Fica simplesmente no momento. É o que significa abrires o teu coração. Então sentes o que é o amor, o que o teu amor pode criar. Abrires o teu coração significa estares apenas no agora, e deixares as coisas tal como estão. Deixar estar é o poder do agora. Agora e deixar estar e amor são todas uma só coisa. O poder do agora é apenas deixar as coisas tal como elas são. É a isto que chamamos um coração aberto. É a isto que chamamos amor. Isto é amor.

 

Tulku Lobsang/Bodhisoha