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7 Maneiras Inteligentes de lidar com Pessoas Tóxicas.

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Sobreviver aos altos e baixos e passar por cima das mudanças de humor de outras pessoas pode ser muito desafiador. É importante, porém, lembrar de que pessoas temperamentais e negativas podem estar passando por uma fase difícil em suas vidas.

Elas podem estar doentes, extremamente preocupadas, ou mesmo sentindo a falta daquilo de que necessitam em termos de amor e apoio emocional. Pessoas como estas precisam ser escutadas, apoiadas e cuidadas.

Embora, por qualquer que seja a causa de suas mudanças de humor repentinas e negatividade, ainda é necessário proteger-se do comportamento delas às vezes.

Mas existe outro tipo de comportamento temperamental e negativo: o do bullying tóxico, que usará os seus balanços de humor para intimidar e manipular. Este é o aspecto do temperamento ruim, que inflige abusos e miséria duradouros.

Se observar estas pessoas de perto, perceberá que as atitudes delas são exageradamente pensando em si mesmas. As suas relações tem prioridade de acordo com a forma como cada uma pode suprimir as suas necessidades pessoais.

Este é o tipo de comportamento que se pretende explorar neste artigo, o comportamento de pessoas tóxicas. Então, como pode lidar com essa implacável toxicidade peculiar de outras pessoas?

1. Siga adiante sem Pessoas Tóxicas.

Se conhece alguém que insiste em manipular a atmosfera emocional destrutivamente, então, tenha certeza: eles são tóxicos.

Se está sofrendo por causa das atitudes deles, se a sua compaixão, sua paciência, os seus conselhos e sua atenção não parecem ajudá-los, e eles não parecem importar-se nem um pouco, pergunte-se: “Eu preciso desta pessoa na minha vida?”

Quando elimina pessoas tóxicas do seu ambiente, torna-se muito mais fácil respirar. Se as circunstâncias lhe garantem isto, então, deixe esta pessoa para trás e prossiga quando for necessário.

E se precisar conviver com elas por alguma razão, considere os próximos pontos.

2. Pare de fingir que o Comportamento de Pessoas Tóxicas é Bom.

Se não tomar cuidado, as pessoas tóxicas podem usar o seu comportamento temperamental para conseguir tratamento preferencial, porque… bom… parece mais fácil, para acalma-las, escutar suas retóricas aborrecidas.

Não se deixe passar por parvo. Facilidades por um tempo curto significarão sofrimento por longo período de tempo para si, em situações como estas.

Drama constante e negatividade são coisas com que nunca vale a pena se conviver.

Se alguém a cima de 21 anos de idade não consegue ser um adulto racional, confiável, de um modo regular, é hora de ser.

3. Imponha-se sobre Pessoas Tóxicas (Ou descarte-as da sua Vida por completo).

Defenda-se a si mesmo. Algumas pessoas farão qualquer coisa para seu próprio ganho às custas de outras: furar filas, tomar o dinheiro e a propriedade, jogar a culpa, etc.

Não aceite este comportamento. A maioria destas pessoas sabem que estão agindo errado e irão desistir surpreendentemente rápido quando confrontadas.

Na maior parte dos meios sociais, as pessoas tendem a permanecer quietas até que alguém se imponha. Então, IMPONHA-SE.

Algumas pessoas tóxicas irão usar a impulsividade como uma maneira de influenciar, ou elas podem não lhe responder, quando está tentando comunicar-se, ou interrompê-lo e começar a falar negativamente sobre alguma coisa de que gosta.

Se atrever-se a falar mais alto e responder ao comportamento delas de maneira adversa, elas poderão surpreender-se ou ficar com mais raiva, por ter ultrapassado o comportamento temperamental delas.

Mas deve falar mais alto de qualquer forma e, se não surgir efeito, considere descartar essas pessoas inflexíveis e negativas da sua vida por completo.

4. Se necessário, coloque os pés no chão.

A sua dignidade pode ser atacada, devastada e desgraçadamente gozada, mas jamais pode ser tirada, a menos que se entregue a isso. Só depende de encontrar a força para defender os seus limites.

Demonstre que não será insultado ou desmerecido. A mensagem é clara: não há recompensa para indirectas, e nenhum jogo será feito para cima de si.

Pessoas realmente tóxicas poluirão todos em seu redor, inclusive a si, se lhes permitir. Se tentou ser racional com elas, e elas não estão ajudando, não hesite em deixar de dar espaço a elas ou ignorá-las até que aprendam.

5. Não leve o comportamento tóxico delas para o lado pessoal.

São elas, e não a si. As pessoas tóxicas tentarão alegar que, de alguma maneira, fez algo errado.

E porque o botão “sentir-se culpado” é grande em muitos de nós, até o argumento de que fizemos algo errado pode magoar a nossa autoconfiança e desorganizar a nossa mentalidade bem resolvida.

Não deixe que isto aconteça consigo.

Lembre-se que existe uma grande liberdade que vem até si, quando não leva nada para o lado pessoal. A maioria das pessoas tóxicas comportam-se negativamente, não só consigo, mas com todos aqueles com quem interagem.

Mesmo que a situação pareça pessoal, mesmo que se sinta insultado directamente, de modo geral, não tem nada a ver consigo.

O que elas dizem e fazem, as opiniões que elas têm, baseiam-se inteiramente nas suas próprias reflexões pessoais.

6. Pratique a Compaixão Prática.

Por vezes, faz sentido ser simpático com pessoas tóxicas que  saiba que estejam atravessando uma fase difícil, ou aquelas que estão sofrendo de uma doença. Não há questões nisto.

As Pessoas tóxicas podem ser angustiadas, depressivas, ou mesmo mentalmente ou fisicamente doentes, mas precisa de diferençar o problema real delas da maneira como se comportam em relação a si.

Se deixa as pessoas se saírem bem com algo errado, porque elas estão angustiadas, encarando um problema médico, ou deprimidas…

Mesmo assim, está fazendo com que isto seja um prato cheio para que elas continuem usando a sua situação desfavorável, inconscientemente, como um meio para chegar a um fim.

Existem muitas pessoas que estão passando por extremas dificuldades e que não são tóxicas para todos ao redor de si. Somente podemos agir com compaixão genuína quando estabelecemos limites.

7. Dê tempo a si mesmo e recarregue as Energias.

Se é forçado a conviver ou trabalhar com uma pessoa tóxica, então, certifique-se de poder tirar tempo para relaxar, descansar e recuperar-se.

Ter de jogar as regras de um adulto racional e centrado na cara da temperamentalidade é exaustivo, e se não tomar cuidado, a toxicidade poderá afecta-lo a si.

Outra vez, entenda que até mesmo as pessoas que possuem verdadeiros problemas e doenças clínicas são capazes de compreender que também tem necessidades, o que significa que pode, educadamente, desculpar-se quando precisar.

Merece este tempo afastado.

Precisa pensar pacificamente, livre de pressão e de comportamento tóxico. Sem problemas para resolver, limites para estabelecer, ou personalidades para satisfazer.

Por vezes, precisa dar tempo a si mesmo, longe deste mundo ocupado, que não dá tempo a si.

E, se necessário, medite. Meditação pode fazer milagres para sua saúde mental e emocional.

7 Conselhos do Budismo para a Vida Profissional.

Aprenda de que maneira o budismo pode ajudar-te a evitar rumores e comentários, receber um feedback negativo e ainda como reagir à perda do emprego.

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O exemplo é o livro “Buda e o Executivo – lições valiosas da sabedoria budista para a sua carreira, prosperidade e sucesso”. A obra, escrita pelo teólogo Franz Metcalf e pela executiva de negócios BJ Gallagher, traz dicas baseadas em ensinamentos budistas para profissionais de qualquer área.

Com prefácio do Dalai Lama, a obra apresenta lições de liderança, autoestima e qualidade de vida no trabalho. Além disso, trazem ainda questões no trabalho como a forma de se relacionar com colegas, clientes e chefes; de que forma reagir à perda do emprego, evitar conversas e rumores, e até mesmo a maneira mais adequada de reagir a um feedback negativo ou positivo.

Anote as dicas!

Perdeu o emprego recentemente? Uma das noções budistas afirma que as coisas são impermanentes, ou seja, tudo está sempre em processo de mudança e nada é fixo. E, mostram os autores, isso também diz respeito ao seu emprego. “Não leve a coisa para o lado pessoal. Todos os empregos são impermanentes. O seu emprego não é seu e nem de ninguém. Para superar isso cerque-se de amigos e parentes que possam apoiar-lo e estimulá-lo nesses momentos difíceis”, recomendam.

Quer mais? Está com dificuldades de alcançar as suas metas? “A doutrina de Buda diz que devemos manter um foco preciso, como laser sobre nossa visão e objectivo. Ele ensina-nos que focar a atenção na meta desejada e abandonar obstáculos internos é tudo de que precisamos para o sucesso. Direccione a sua mente para as suas metas. Analise quais posturas mentais são boas para si. Adopte-as. Não se distraia com posturas mentais inúteis. Nunca abandone os seus esforços”, explicam Franz Metcalf e BJ Gallagher.

O livro, reforçam os autores, é para pessoas que desejam aplicar a sabedoria budista às situações no trabalho. “O budismo tem proporcionado uma base espiritual há milénios para a vida quotidiana de milhões de pessoas pelo mundo. Mas será que o budismo tem algo a nos oferecer, sejamos budistas ou não, no actual mundo de trabalho? Tem e é o que apresentamos nesse livro”, completam.

Como o Budismo pode ajudar-te a destacar-se no trabalho

Se quer ganhar destaque onde trabalha, segundo o budismo, em primeiro lugar, esqueça a bajulação!

Para ser um bom funcionário comece fazendo um óptimo trabalho. Uma dica é “se levantar” e começar a fazer o que deve ser feito antes mesmo do seu chefe e parar de trabalhar depois dele.

Não há mal nenhum em chegar ao trabalho um pouco antes da hora. Mostrar disposição para ficar um pouco mais, a fim de terminar algumas pendências ou para ajudar um colega, é uma excelente maneira de mostrar que pode ir um pouco mais além.

Como o budismo pode ajudar a evitar rumores e conversas de mal-dizer.

A fala correta, como não mentir, não usar palavras ásperas ou falar em vão, por exemplo, faz parte dos princípios budistas.

Por isso, a especulação inútil e a pura tagarelice no trabalho quase sempre são destrutivas. Num ambiente assim é impossível ter confiança.

Fofocas e rumores criam um clima organizacional onde todos se sentem inseguros. As pessoas comunicam-se com hesitação porque ficam preocupadas com aquilo que possam estar dizendo às suas costas.

Os rumores e a preocupação absorvem um tempo que poderia ser gasto na solução de problemas, no cultivo de novas ideias ou na exploração de novos mercados.

 

Dica budista para alcançar suas metas

A doutrina budista defende que devemos manter um foco preciso, como se fosse um laser sobre a nossa visão e objectivo.

Ela ensina-nos que focalizar a atenção na meta desejada e abandonar obstáculos internos é tudo o que precisamos para o sucesso.

Portanto, direccione a sua mente para as metas desejadas. Analise quais posturas mentais são boas para si e adopte-as.

Não se distraia com posturas mentais inúteis. Não abandone seus esforços se você não alcançar alguma meta profissional.

Lembre-se de que nada é permanente e que esta fase “ruim” vai passar, dando novas chances para realizar os seus objectivos.

Lição budista sobre encontrar um trabalho novo

Mantenha contacto com a sua rede de colegas, amigos e familiares. A interdependência [dependência] é um ensinamento budista tão importante quanto a impermanência [o que não é permanente].

Até os monges precisam de viver em comunidade, em relacionamentos, em parcerias, em ligação com outras pessoas. Quando interage com as outras pessoas faz com que elas saibam da sua situação.

Se quer mudança na carreira, largue o que te faz sentir mal. Siga em frente e procure alguma coisa nova. Fique tentando isso até descobrir o que funciona para si.

O que fazer ao receber um feedback negativo?

Se há uma coisa que a maioria das pessoas não apreciam é uma crítica negativa. Magoa os nossos sentimentos e não estamos preparados para ouvi-la.

Devemos abrir mão desse ego para perceber que há valor em ouvir um feedback dos outros, principalmente quando não pedimos por ele. Se cedermos para a mágoa não vamos aprender com ninguém.

O budismo ensina que, mostrando gratidão, vamos aprender com todo mundo. Se quisermos mesmo ser sábios devemos considerar todos como nossos professores.

As lições mais importantes que precisamos aprender podem vir das fontes mais improváveis. Por isso, ouça com atenção quando alguém der um conselho.

O que fazer quando surgir um conflito com um colega de trabalho?

A paz numa equipa é vital para o bem-estar dos indivíduos e do grupo. Culpar outra pessoa não trará benefício algum e só vai piorar as coisas.

Quando surgir um conflito na equipa, pergunte-se: como foi que eu contribui para esta situação? Se assumir o problema, começa a assumir esta solução.

Pense no que pode fazer para melhorar as coisas, sem se preocupar com que a outra pessoa está fazendo.

Segundo as lições budistas, conflitos são óptimas oportunidades de auto-conhecimento e crescimento interior.

Lição budista para quem perdeu o emprego

Perdeu o emprego? Não leve a coisa para o lado pessoal.

De acordo com o budismo, nada é permanente. Logo, todos os empregos também não são.

Para superar esta fase, cerque-se de amigos e parentes que possam apoiar-te nesse momento. E faça isso por si mesmo.

Lembre-se de que, assim como os empregos vêm e vão, o desemprego também. E, junto com o velho trabalho, abra mão de premissas, limitações e condicionamentos antigos adquiridos no mundo profissional que emperram o seu crescimento.

 

Felicidade também se aprende

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Muitas mentiras e meias-verdades convincentes, são contadas em nome dessa tal felicidade.

A imaginação popular acredita que a felicidade é uma espécie de “nirvana” que podemos alcançar. É um estado de plenitude e felicidade constante.

“Felicidade é perceber que nada é muito importante”.
– António Gala –

Em cada época, a sociedade estabelece as características ou condições que devemos ter para entrar nesse “paraíso”. Actualmente, a ideia de felicidade se baseia em três pilares: poder, riqueza e beleza.

Entretanto, a ideia do nirvana e seus três pilares, resultou em pessoas mais frustradas do que felizes. O poder, a riqueza e a beleza não trazem tanta felicidade como muitos acreditam.

Se esses três pilares realmente fossem indispensáveis para sermos felizes, não veríamos tantos ricos e poderosos viciados em drogas e com tantos problemas na sua vida pessoal.

Então, o que é a felicidade? Como podemos alcançá-la?

Um estudo realizado na Universidade de Harvard pelo professor Tal Ben-Shahar, especialista em psicologia positiva, mostra que podemos aprender a sentir alegria. Essa aprendizagem depende de técnica e prática.

Citamos aqui as seis chaves para a felicidade de acordo com Tal Ben-Shahar.

1- Aprenda a celebrar os fracassos

As pessoas que são capazes de avaliar positivamente as suas falhas conseguem ser mais felizes. Acreditar que somos infalíveis e que não podemos errar pode nos fazer muito mal. É uma posição idealista e tirana, porque todos nós cometemos erros.

Será que o erro não é o nosso incentivo diário para aprendermos coisas novas? Até a própria ciência, que é um modelo de rigor e perfeição, cometeu muitos enganos ao longo da sua história.

Acreditar que não devemos ou não podemos cometer erros é uma ideia que só provoca ansiedade e depressão.

2- Agradeça

Pode acreditar que a sua saúde, a sua família e o seu trabalho, são realidades que estarão consigo para sempre e não lhes dá o devido valor. Fazem parte da sua vida e se esquece de que pode perder tudo a qualquer momento.

Na verdade, esquecemo-nos de agradecer por todos esses milagres diários que parecem tão normais. Infelizmente, percebemos o seu valor quando os perdemos.

3- As endorfinas

As endorfinas são os hormonas da felicidade. Estão aqui mesmo, no nosso cérebro. Estão à nossa disposição o tempo todo, mas não sabemos como usá-las. Uma caminhada diária de trinta minutos ajuda a liberar endorfina. Um abraço de dez segundos libera três minutos de endorfina e felicidade.

É muito simples, é só uma questão de hábito. Realize todos os dias práticas que liberem as endorfinas e seja muito mais feliz.

4- Simplifique a vida

É verdade que vivemos só uma vez, mas isso não significa que devemos viver tudo de uma vez. Umas das doenças actuais é querer fazer tudo rapidamente e muitas coisas ao mesmo tempo. A nossa saúde física e mental não resiste por muito tempo a esse ritmo de vida tão stressante.

Aprenda a organizar-se. Dê a cada actividade o seu tempo e o seu valor. Provavelmente não vai morrer de fome se trabalhar um pouco menos. Tenha um tempo só para si e para seus entes queridos.

5- A meditação

Não precisa de se transformar num Lama Tibetano. Pare alguns momentos para praticar um exercício simples de meditação.

A meditação pode ser uma grande aliada para alcançar a paz interior e melhorar as habilidades cognitivas, criativas e a força de vontade.

 

6- Cultive a resiliência

Sim, podemos cultivar a resiliência. Não é uma habilidade inata, mas podemos desenvolvê-la. Ela pode ser definida como a capacidade de lidar com situações adversas e sair delas fortalecido.

É preciso se esforçar para ser uma pessoa resiliente. Precisamos de encontrar a flor dentro do lodo, a aprendizagem nas dificuldades. É o caminho para a sabedoria e a felicidade entendido em termos realistas: uma relativa paz interior e a capacidade de ver o melhor em tudo o que vivemos.

Edith Sánchez

Soltando-se da Raiva | Gyalwa Dokhampa

His Eminence Gyalwa Dokhampa, from the Kagyu Drukpa lineage, giving Sengye Menla Initiation in Paris, France on January 5, 2014.

A raiva é um bom exemplo para começarmos, uma vez que é uma emoção muito forte e as pessoas, efectivamente, não gostam da presença dela por muito tempo. O Buda disse que a raiva é como pegar uma brasa quente com a intenção de jogá-la em outra pessoa, só que quem realmente se magoa é quem atira a brasa. Há momentos em que é muito natural ficarmos bravos, sendo insalubre não expressarmos ou não permitirmos sentir essa emoção forte. Mas da mesma forma que é natural para a mente passar pela experiência da raiva, é bom desenvolvermos consciência sobre a real utilidade dela, nos perguntando, também, se em algum momento traz boas sensações ou, pelo contrário, sempre causa dor, tristeza e inquietude.

À medida que começamos a desenvolver a concentração mental e nos capacitamos para uma introspecção que permite contemplar o tipo de pessoa que somos, começamos a nos distanciar e a encontrar o espaço necessário para observar a raiva, em vez de sermos imediatamente tomados por ela assim que ocorre. Se não aprendemos a treinar a mente, uma emoção como a raiva facilmente controla-nos, principalmente quando estamos distraídos. Podemos até saber que reagimos mal a certos acontecimentos, mas sentimo-nos impotentes quando a raiva surge; no calor da reacção a uma situação particular não há tempo para verificar de onde ela realmente veio. Por isso, a princípio, não devemos tentar suprimir a raiva quando ela surge, mas apenas começar a reconhecê-la e observar suas fontes e características. Porque é que certos acontecimentos parecem apertar os nossos botões, enquanto outros não o fazem? O que é mesmo que nos afecta? A grosseria, por exemplo? Ou será que quando alguém age mal, sentimo-nos afrontados pelas suas palavras ou acções? Como é que ele fez isso? Como é que ele me disse aquilo? Ou talvez seja porque sentimo-nos impotentes em certas situações: quando o motorista do autocarro vai embora logo que conseguimos chegar na paragem; ou quando o chefe esquece-nos na hora de conceder a promoção para a qual nos esforçamos tanto; quando o banco envia uma carta para informar que os juros do empréstimo vão subir; ou, ainda, quando estamos exaustos e nosso filho adolescente decide sair para a noitada até alta madrugada e o esperamos acordados, muito preocupados. Todos esses factores podem ser gatilhos para a raiva.

Essa é a vida no mundo real e nem sempre segue os nossos planos. Alguns dias parece que o mundo inteiro está contra nós. Mas é o que fazemos com a nossa raiva que faz a diferença entre apanhar a brasa quente e nos queimarmos ou permitir que ela esfrie. Assim, se um colega de trabalho ou nosso parceiro fez algo que tornou nosso dia muito mais difícil, ficamos furiosos, podemos gritar e espernear de raiva. Mas que resposta isso normalmente dá? É possível que também fiquem com raiva ou se sintam mal e envergonhados pelo que fizeram a ponto de ficarem tristes e irem embora. Por outro lado, podemos ficar em silêncio, ainda que a raiva permaneça tão evidente que qualquer um a percebe. Seguimos segurando a brasa quente. Quando a sentirmos queimar, talvez seja mais fácil largá-la, em vez de jogá-la em alguém – só, então, será possível examiná-la e tentar articular sua existência. Esse é o momento de nos perguntar por que sentimos a raiva e de onde ela veio. Talvez haja uma combinação de factores externos e, possivelmente, condições internas também façam parte – tais como o cansaço ou exigir padrões muito perfeccionistas, querer que as coisas sejam exactamente do nosso jeito.

Encontrar um equilíbrio entre falar de forma útil e assertiva ou usar as palavras como facas contra outra pessoa nem sempre é fácil, mas vale a pena praticar em nome das nossas próprias mentes serenas e da felicidade daqueles próximos a nós. A princípio pode ser muito difícil controlar o temperamento, mas quando começamos a ver os resultados – a paz mental obtida, como nos damos melhor com a família, amigos e colegas e até com os estranhos na rua – fica claro que vale a pena praticar.

Algumas práticas explicadas são particularmente úteis para nos soltarmos da raiva. Simplesmente focarmos na respiração quando sentimos a raiva queimando – essa prática pode esfriar as chamas, reduzindo os batimentos cardíacos e acalmando o corpo para acalmar a mente.

A Meditação da Apreciação nos ajuda a reestruturar a mente com uma perspectiva mais positiva perante a vida; ao nos focarmos nos pontos altos, temos mais resiliência perante os baixos e, assim, talvez fiquemos menos propensos a nos agarrar tão prontamente à raiva.

A Contemplação da Mudança também é muito útil já que, à medida que seguimos com o movimento da correnteza, passamos mais ao largo dos obstáculos ou os encaramos no nosso ritmo, em vez de nos chocarmos contra as pedras.

Também é bom nos apressarmos menos durante o dia, de forma que tenhamos mais tempo e espaço para deixar a raiva arrefecer. Uma sugestão para acordarmos cedo pela manhã é fazê-lo gradualmente, cada dia alguns minutos mais cedo, em vez de tentar acordar bem mais cedo de uma só vez. Dormir uma boa noite de sono também nos deixa revitalizados e, muitas vezes, menos agitados.

Passarmos algum tempo olhando para dentro, contemplando a nossa identidade, ajuda-nos a explorar a raiva de acordo com a sua origem interna, em vez de meramente colocarmos rótulos nas diversas condições externas que nos “deixam” com raiva. Será que somos pessoas que gostam das coisas exactamente do nosso jeito? Se for o caso, observarmos as situações sob diversas perspectivas pode ser de grande utilidade. Ou será que as nossas frustrações nos deixam mais susceptíveis à raiva? Por exemplo, podemos estar infelizes com o nosso trabalho, mas, quando exploramos essa situação, podemos perceber porque estamos sempre reclamando do nosso dia de trabalho; ou se temos ansiedade em relação às nossas finanças, ficamos desproporcionalmente fulos quando a nossa companheira compra um par novo de sapatos.

Excerto do Livro “A Mente Serena”, de Sua Eminência. Gyalwa Dokhampa

Os 10 componentes de uma Boa Atitude

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O que é a atitude? Melhorar a atitude pode ajudar-nos frente às coisas importantes da vida? Por que é tão importante ter uma boa atitude ou ter uma atitude positiva?

A atitude desenvolve-se a partir dos próprios sentimentos e pensamentos internos, e é inerente ao comportamento de cada um. Desta forma, as atitudes podem ser o resultado da experiência, tanto pessoal quanto da que se observou em outras pessoas, e podem estar influenciadas pelas normas e os papéis sociais. As conclusões que tiramos dessa experiência influenciam as nossas crenças e comportamentos.

Mas as atitudes podem ser mudadas e melhoradas. Todo mundo se sente muito bem quando é elogiado pela sua atitude frente a circunstâncias quando esta é positiva, optimista ou implica no uso de habilidades sociais que ajudam os outros e a si mesmo. Para chegar a isto é necessário analisar a si mesmo para saber que mudanças são necessárias.

No fundo, mudar de atitude significa procurar uma mudança na perspectiva da vida. A atitude positiva dá sentimentos positivos e energia para viver, e portanto, faz-te feliz. Contudo, as atitudes negativas fomentam os sentimentos de tristeza. A atitude pode ser mudada experimentando a beleza da vida e seguindo alguns passos simples.

#1- Comece bem o dia

Madrugar e sair para dar um passeio é uma excelente forma de começar bem o dia. Se você não tem o hábito, é possível que no início seja necessário um certo esforço, mas vale a pena.

#2- Olhe para dentro de si mesmo

Analisar-se a si mesmo é a melhor forma de encontrar o melhor de si e de pensar nas coisas positivas que há no seu interior. Além disso, é necessário pensar por que os aspectos negativos afetam tanto, tentando destacar tudo o que for positivo.

#3- Amanhã será outro dia

Nem todas as coisas podem ser sempre como deseja, mas isso não quer dizer que as coisas sejam sempre assim. Por isso, quando as coisas não saírem como esperava ou surgir algum contratempo, pense que amanhã será outro dia que trará uma nova oportunidade.

#4 – Recarregue-se

Na atitude influenciam os factores externos, tanto para o bem como para o mal. Por isso é muito importante encontrar formas de obter influências positivas, ouvindo palestras sobre motivação, filmes que falem sobre superação e atitude positiva e passando o tempo com pessoas que mostrem ter uma boa atitude.

#5 – Seja optimista

A vida não é um mar de rosas. Todo o mundo passa por dificuldades. Focar nos pontos negativos supõe uma atitude pessimista e negativa. Para ser optimista, pense no lado positivo, nas novas oportunidades que se apresentam, e enfrente as dificuldades como novos desafios que lhe permitirão melhorar como pessoa.

#6- Seleccione as companhias

Para ter uma boa atitude é necessário obter energia positiva do entorno. Portanto, procure estar acompanhado de gente positiva e procure evitar todas essas pessoas tóxicas que espalham a sua negatividade e o seu mau humor. Se colocar o seu lixo para fora de casa, não permita que ninguém deixe o deles na sua porta.

#7 – Sonhe

Somente as pessoas com grandes sonhos podem conseguir grandes coisas na vida. Quando sonha, os seus esforços focam em conseguir isso que deseja. Não importa quão grande ou pequeno seja o seu sonho, nem quão esquisito possa parecer. Ter um sonho é o primeiro passo para uma grande atitude, que irá se refletir em todos os aspectos da sua vida.

#8- Dedique um tempo a si mesmo

Procure um passatempo que goste e reserve um tempo para si. Isso o ajudará a aliviar a tensão e a liberar o stress. Além disso, se sentirá realizado.

#9- Aprenda de tudo, constantemente

Tudo o que acontece ao seu redor lhe dá uma oportunidade para aprender e melhorar, tanto as coisas positivas quanto as negativas. Além disso, é importante ser proactivo na hora de aprender coisas novas que lhe façam ser melhor a cada dia. Aprender faz sentir-se feliz e mais confiante em si mesmo, o que permitirá desenvolver a sua atitude na direcção correta.

#10- Faça uma pausa

Quando estiver stressado e sentir que já não dá mais, que os esforços não dão frutos, então tire um tempo, faça uma pausa. Ao dar um tempo, vai revitalizar o seu ânimo tanto físico quanto mental. Descansar bem, dormir bem e comer bem são factores que ajudam no seu bem estar geral e podem colaborar no desenvolvimento de uma boa atitude e comportamento. Depois de um descanso, sentirá a diferença.

Texto original em espanhol de Eva Maria Rodríguez

16 dicas para sua Mente pensar de Maneira Positiva e Amiga

A_Razão_pela_Qual_Muitos_não_Conseguem_Encontrar_a_Paz

“Valorize o seu dia a dia, pois nada se repete. Viva o aqui e agora e seja mais tranquilo e equilibrado”
O poder do pensamento positivo deveria ter sido ensinado para nós, quando ainda crianças, mas sempre é tempo de mudar para melhor. Para essa transformação é necessário vontade interior, motivação e disciplina para treinar a sua mente a pensar de maneira positiva e amiga.
Sabemos que não é fácil conseguir mudar os nossos padrões mentais negativos de muitos anos. Sem saber o que estávamos fazendo, fomos alimentando pensamentos de culpa, raiva, frustrações, ressentimentos. Isso foi gerando baixa auto-estima, medos e angústias.
A mente negativa foi criando “armadilhas” e a pessoa tornou-se prisioneira dentro da própria mente: perdeu espontaneidade, alegria, criatividade e confiança em si mesma. Quem permitiu que a mente negativa lhe dominasse, vive num contínuo estado de ansiedade, agitação e pressa. Isso causando insónia, sentimentos de não conseguir ser feliz no amor, de não conseguir educar bem os filhos ou progredir na profissão.
Geralmente, quando não suporta mais esses sofrimentos criados pela mente, procuram terapia e tomam remédios que apenas aliviam, por alguns instantes, as dores da alma, como depressão, tristeza e pânico.
Quando tomamos conhecimento da Ciência do Poder do Pensamento e dos sábios ensinamentos do Yoga, precisamos aplicá-los em nossa vida. É importante ler como lidar e educar a mente. Porém, não basta apenas ler . Para alcançar o equilíbrio emocional e mental, estes ensinamentos precisam tornar-se vivos dentro de nós.

Contemple essas dicas de ouro e comece aplicá-las no seu dia a dia:
1. Escolha pensar sempre de forma positiva. Desenvolva a vigilância sobre seus pensamentos. E, quando perceber que um pensamento negativo surgiu na sua mente, substitua-o, imediatamente, por um pensamento oposto. Para isso, precisa de muita disciplina mental. Não se consegue isso da noite para o dia. Assim como um atleta ou um pianista fazem treinamentos contínuos, treine muito com determinação e perseverança.
2. Não alimente preocupações, pensando no pior, afirmando que está sendo realista. Compreenda que isso gera sofrimentos inúteis para si e para quem está ao seu redor. Ser positivo não é ser optimista. Ser positivo é ter uma mente clara, com discernimento, sem nutrir expectativas negativas.
3. Pare de se queixar. Quando reclama, atrai para si mesmo a carga negativa das  suas próprias palavras. Como um íman, atrai tudo aquilo que não deseja. A maioria das coisas que não dão certo, começa a materializar-se quando lamentamos.
4. Para mudar o hábito de reclamar, precisa de policiar as suas palavras e  o seu tom de voz. Comece a observar-se e ficará surpreso como, diariamente, reclama muitas vezes. Reclama do tempo, do Governo, do país. Queixa-se do marido que deixou a toalha na cama, da mulher que gastou demais, do filho que não fez o que queria, da empregada que não trabalhou da maneira como explicou, dos amigos, dos vizinhos, dos acontecimentos etc. Dessa maneira, passa o seu dia irritando-se e sentindo-se descontente.
5. Aceite o que lhe acontece no momento presente. Entenda que nada acontece por acaso. Estamos colhendo agora o fruto de nossos pensamentos, palavras e acções. Não se revolte com os factos e pessoas. Extraia lições do que lhe acontece, e com paciência e coragem, supere os seus obstáculos e desafios.
6. Não dê importância às pequenas coisas e não se aborreça com facilidade. Não perca tempo com preocupações que trazem doenças e tiram o seu equilíbrio e paz mental. Quando irrita-se ou quando explode de raiva, envenena o seu corpo e sua mente. Em vez disso, desenvolva tolerância e compreensão.
7. Perceba como fala com voz áspera e ríspida, até com as pessoas que mais gosta. Veja como isso gera desarmonia dentro de si, no seu ambiente de trabalho, no seu lar, nas suas amizades.
8. Quando for necessário reclamar, faça isso sem ofender o outro, com uma voz mais baixa e suave. Isso requer treinamento da mente e evolução espiritual, pois reflectimos o que temos dentro de nós.
9. No inicio dessa aprendizagem de não reclamar, pode até reclamar na sua mente, mas procure não expressar, com palavras, o seu descontentamento. Isso não é engolir sapo ou ser submisso, mas dominar a mente negativa e descontente.
10. Pare de querer controlar os outros ou a vida, porque isso é impossível. Ninguém muda ninguém e nem pode controlar os acontecimentos, porque tudo é impermanente. Podemos e devemos, sim, controlar a nossa mente e mudar a nós mesmos.
11. Desenvolva o sentimento de gratidão que é o antídoto para não reclamar. Em vez de ficar lamentando, conte as suas bênçãos, e veja como é abençoado em muitos aspectos.
12. Liberte-se do sentimento de culpa., que cria uma prisão interna. Em vez de se culpar, aprenda com seus erros. Desenvolva a humildade de reconhecer os seus erros e peça desculpas. Às vezes, nem errou e culpa-se sem motivo. Assim, faça o melhor que puder, libertando-se das cobranças e do perfeccionismo.
13. Não alimente medos imaginários. O medo é a maior causa dos nossos sofrimentos internos. Perceba que eles são criados pela mente negativa e, que quando os enfrenta, eles vão desaparecendo como bolhas de sabão, porque não têm consistência, são apenas ilusões do ego negativo.
14. Tenha disciplina na fala, evitando comentários maldosos sobre os outros. Evite brigas e discussões, pois isso desarmoniza a si, sua família e o ambiente à sua volta.
15. A meditação regular e o relaxamento são ferramentas essenciais para acalmar a mente e conseguir superar traumas e mágoas.
16. Entenda que o ansioso vive pensando no futuro. A pessoa com raiva vive no passado. Desse modo, desenvolva a habilidade de estar presente. Não perca o presente, esse momento tão precioso, pensando nas expectativas do futuro ou nas lembranças do passado. Valorize o seu dia a dia, pois nada se repete. Viva o aqui e agora e seja mais tranquilo e equilibrado. Fique em paz! Namastê! Deus em mim saúda Deus em si!

 

10 maneiras simples de ser mais Feliz todos os dias

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Quer ser mais feliz? Comece cuidando melhor de si mesmo. Por mais que isso seja evidente, muitas pessoas pulam esse passo e tentam ser contentes procurando novas metas ou estabelecendo padrões de perfeição.

Ser gentil consigo mesmo pode aproximar a objectivos mais sofisticados, segundo o Daylle Deanna Schwartz. A autora de mais de 15 livros, incluindo “The Effortless Entrepreneur” (em português, Empreendedor Sem Esforço), acredita que é ao valorizarmo-nos que se constrói a confiança.

Para Daylle, as pessoas mais alegres desviam-se dos seus caminhos para cuidarem de si mesmas e dizem não quando é necessário. “Quando se ama, aprende que negar fazer algo é um acto importante para não acumular sentimentos negativos”, diz.

Confira as 10 dicas da escritora, listadas no site da “Inc.” para ser mais feliz todos os dias.

1. Faça uma coisa boa para si mesmo por dia
Mantenha consigo mesmo um acordo de se tratar com amor e carinho todos os dias. Segundo a autora, pessoas que fazem isso sentem-se mais motivadas e não se deixam ser desvalorizadas por alguém.

2. Perdoe-se
Desculpar-se ou perdoar-se nem sempre é fácil, pois há uma tendência de se culpar por tudo que não deu certo no passado. As pessoas começam a complicar-se quando tentam ser perfeitas demais e se castigam por não conseguir. Daylle recomenda um exercício: olhar no espelho e dizer “eu me amo e me perdoo”.

3. Aceite-se como você é
Daylle lista a insatisfação com o corpo e a idade como grandes obstáculos pessoais das pessoas. Para ser feliz, precisa de aprender a gostar do que tem. Além disso, essa auto-aceitação engloba reconhecer a sua renda e seu sucesso. “Não ganhar o dinheiro estabelecido para uma determinada idade não é um problema grave.”

4. Elimine pessoas nocivas
A dica é mais fácil de falar do que fazer, mas evite se relacionar com clientes, sócios, investidores ou funcionários que passam uma sensação negativa. É mais difícil ter a mesma postura perante a família, mas não há razões válidas para aturar pessoas grosseiras.

5. Prioridade na saúde
Tenha cuidado para encontrar um equilíbrio entre o que é saudável e o que é de prazer. Não se castigue pela quebra no regime ou pela ausência pontual no ginásio, por exemplo. Seja disciplinado, mas entenda suas vontades.

6. Pare de pular refeições
“Estar ocupado não é desculpa para não comer”, diz Daylle. Segundo a autora, ao pular uma refeição, o nível de açúcar no sangue diminui e os níveis de stress aumentam. Se realmente não puder sentar-se para comer, providencie um lanche saudável e prático.

7. Respire!
Não se esqueça de que, quando está stressado ou deprimido, exercícios simples de respiração podem trazer calma e alegria de volta.

8. Tenha um espaço aconchegante
Arrumar a cama e deixar o quarto em ordem criam um ambiente receptivo para quando chegar em casa cansado. A mesma postura deve ser mantida no escritório. Jogue fora a papelada desnecessária e organize os seus pertences, mas não se limite a isso. Decore o seu espaço e torne-o agradável para si.

9. Tome um pouco de Sol
Trabalhar o dia inteiro em um ambiente escuro e fechado não é saudável. Se este é o seu caso, saia para tomar um ar de tempos em tempos. Além disso, invista em lâmpadas claras para iluminar o ambiente.

10. Presenteie-se com produtos de qualidade
É o tipo de pessoa que dá um presente sofisticado para o colega, mas tudo que compra para si mesmo é a versão mais barata disponível? Se o produto em questão é indiferente para si, tudo bem. Mas, se for algo do seu interesse, compre algo mais caro de vez em quando. Sempre que usá-lo, vai reforçar a ideia de que merece coisas boas.

5 formas de proteger a sua relação das alterações de humor

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A vida nem sempre é fácil. Temos um chefe que nos está sempre a pressionar, uma mãe que não pára de reclamar por atenção, crianças que estão constantemente a precisar de apoio e, como se isto não chegasse, ainda tem de tratar de problemas como as contas da casa, a prestação do carro e o IRS.

Sim, todos nós conhecemos estes dramas e com eles vêm as variações de humor. O problema é que as pessoas têm tendência a descarregar este stress naqueles que lhes são mais próximos, isto é, nos seu companheiros. Esta projecção de sentimentos negativos na pessoa que está ao seu lado pode causar problemas no relacionamento.

O psicoterapeuta Barton Goldsmith dá-lhe cinco dicas para proteger o seu relacionamento das mudanças de humor:

1. Fique algum tempo sozinho

Tire algum tempo para pensar naquilo que está a sentir e controle o seu humor. Analise aquilo que o está a pressionar, mas depois ultrapasse o que está a acontecer. Assim, quando o seu companheiro como correu o seu dia, vai poder responder de uma maneira mais honesta e calma.

2. Ponha as coisas em perspectiva

As situações, por vezes, parecem ser mais complicadas e dramáticas numa primeira fase. Grande parte dos problemas do dia-a-dia são coisas ‘simples’ e não catástrofes. Tendo isto em mente, em vez de estar de mau humor por causa dessa preocupações, tente manter a calma e ter um humor neutro. Faça um esforço por aqueles estão à sua volta.

3. Não piore a situação

Estar de mau humor magoa a pessoa que está ao seu lado e não resolve o seu problema. Toda uma situação que pode fazer estragos no seu relacionamento. Acalme-se e fale com o seu companheiro calmamente sobre o que sente. A intimidade entre os dois até pode aumentar se o parceiro perceber que consegue lidar com os seus problemas.

4. Peça ajuda

Em vez de estar a descarregar em cima do seu companheiro, peça-lhe ajuda. Falem os dois e vejam qual a melhor maneira de resolver aquilo que o está a perturbar. Caso prefira não falar, explique-lhe que precisa de algum tempo para pensar no que se passa e para acalmar, mas que não tardará a voltar ao normal.

5. Promova o seu bom humor

Faça os possíveis para manter um bom humor. Nem sempre é fácil manter uma mentalidade positiva e pensar que os problemas vão acabar por se resolver. Mas é possível, se investir nisso. Experimente ter atitudes positivas com as pessoas que o rodeiam. Vai ver que, em troca, também recebe energias e atitudes positivas.

Fonte: Sol

6 perguntas que podem fortalecer o seu relacionamento

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Quando se está numa relação, um dos erros que costuma cometer- se é não fazer as perguntas certas ao companheiro. É uma maneira simples de perceber aquilo que o companheiro quer e precisa.

Para evitar mais conflitos na sua relação, o psicoterapeuta Barton Goldsmith apresenta-lhe seis perguntas que devem fazer ao seu parceiro para estimular uma boa convivência.

1. “Em que posso ajudar-te?”: se tiver algum tempo livre, ofereça-se para ajudar o seu parceiro. Pode sempre oferecer-se para lavar a loiça, levar o cão à rua, fazer o jantar ou até mesmo ir às compras. São pequenos gestos que podem ajudar (e muito) a outra pessoa, especialmente se ela está a lidar com muitas coisas ao mesmo tempo. E não se esqueça: fazer coisas em conjunto também ajuda a uma melhor ligação entre o casal.

2.  “Como posso demonstrar que gosto de ti?”: dizer que gosta de uma pessoa é fácil, demonstrá-lo já é outra história. Há várias formas de mostrar que gosta do seu parceiro: pode ser com uma acção simples, como um beijo, ou ajudá-lo a fazer o jantar, por exemplo. Perceba o que melhor se ajusta à pessoa de quem gosta e não perca tempo.

3. “Há algo em mim que tu gostarias que eu mudasse?”: Ninguém está a dizer que deve mudar completamente pela pessoa que está ao seu lado, mas há pequenas coisas que pode ajustar ao gosto do seu companheiro. Por vezes, pode ter atitudes inconsciente, que podem incomodar o seu parceiro, mas que ele não partilha consigo. Não custa nada perguntar e assim pode melhorar o seu relacionamento.

4. “Queres ir a algum lado em especial?”: Não custa nada levar o seu companheiro a um sítio especial, que ele goste. E para isso não tem de gastar muito dinheiro. Que tal um passeio à beira rio ou comprar um gelado e irem passear? Claro que se estiver na disposição de gastar algum dinheiro, pode sempre planear umas férias. É uma óptimo ansiar por alguma coisa que pode trazer ao casal momentos felizes.

5. “Na nossa vida de casal, o que te faz feliz?”: por vezes, apenas falar daquilo que o faz feliz ajuda a melhorar o relacionamento. Recordar épocas felizes pode fazer com que estas se aconteçam mais vezes e podem ainda promover a ligação entre o casal.

6. “Há algo que querias fazer comigo que nunca tenhamos feito?”:pensar em coisas novas para fazer pode estimular o relacionamento. É sempre importante considerar diversas actividades que fazem ambos felizes até chegarem a um consenso. Esta troca de ideias, mais uma vez, pode promover a ligação entre o casal.

Fonte: Sol

Dicas para uma Mente que pense de forma Positiva e Amiga.

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O poder do pensamento positivo deveria ter sido ensinado para nós, quando ainda crianças, mas sempre é tempo de mudar para melhor. Para essa transformação é necessário vontade interior, motivação e disciplina para treinar sua mente a pensar de maneira positiva e amiga.

Sei que não é fácil conseguir mudar nossos padrões mentais negativos de muitos anos. Sem saber o que estávamos fazendo, fomos alimentando pensamentos de culpa, raiva, frustrações, ressentimentos. Isso foi gerando baixa auto-estima, medos e angústias.

Quem permitiu que a mente negativa lhe dominasse, vive em um contínuo estado de ansiedade, agitação e pressa. Isso causando insónia, sentimentos de não conseguir ser feliz no amor, de não conseguir educar bem os filhos ou progredir na profissão.

A mente negativa foi criando “armadilhas” e a pessoa tornou-se prisioneira dentro da própria mente: perdeu espontaneidade, alegria, criatividade e confiança em si mesma.

Geralmente, quando não suporta mais esses sofrimentos criados pela mente, ela busca terapia e toma remédios que apenas aliviam, por alguns instantes, as dores da alma, como depressão, tristeza e pânico.

É importante ler como lidar e educar a mente. Porém, não basta apenas ler . Para alcançar o equilíbrio emocional e mental, estes ensinamentos precisam se tornar vivos dentro de nós.

Contemple essas dicas de ouro e comece aplicá-las no seu dia a dia:

1. Escolha pensar sempre de forma positiva. Desenvolva a vigilância sobre seus pensamentos. E, quando perceber que um pensamento negativo surgiu em sua mente, substitua-o, imediatamente, por um pensamento oposto. Para isso, precisa de muita disciplina mental. Não consegue isso da noite para o dia. Assim como um atleta ou um pianista fazem treinamentos contínuos, treine muito com determinação e perseverança.

2. Não alimente preocupações, pensando no pior, afirmando que está sendo realista. Compreenda que isso gera sofrimentos inúteis para si e para quem está ao seu redor. Ser positivo não é ser optimista. Ser positivo é ter uma mente clara, com discernimento, sem nutrir expectativas negativas.

3. Pare de se queixar. Quando reclama, atrai para si mesmo a carga negativa de suas próprias palavras. Como um íman, atrai tudo aquilo que não deseja. A maioria das coisas que não dão certo, começa a materializar-se quando lamentamos.

4. Para mudar o hábito de reclamar, precisa de policiar as suas palavras e o seu tom de voz. Comece a observar-se e ficará surpreso como, diariamente, reclama muitas vezes. Reclama do tempo, dos governantes, do país. Queixa-se do marido que deixou a toalha na cama, da mulher que gastou demais, do filho que não fez o que queria, da empregada que não trabalhou da maneira como explicou, dos amigos, dos vizinhos, dos acontecimentos etc. Dessa maneira, passa seu dia se irritando e se sentindo descontente.

5. Aceite o que lhe acontece no momento presente. Entenda que nada acontece por acaso. Estamos colhendo agora o fruto de nossos pensamentos, palavras e acções. Não se revolte com os factos e pessoas. Extraia lições do que lhe acontece, e com paciência e coragem, supere seus obstáculos e desafios.

6. Não dê importância às pequenas coisas e não se aborreça com facilidade. Não perca tempo com preocupações que trazem doenças e tiram seu equilíbrio e paz mental. Quando se irrita ou quando explode de raiva, envenena seu corpo e sua mente. Em vez disso, desenvolva tolerância e compreensão.

7. Perceba como fala com voz áspera e ríspida, até com as pessoas que mais gosta. Veja como isso gera desarmonia dentro de si, no seu ambiente de trabalho, no seu lar, nas suas amizades.

8. Quando for necessário reclamar, faça isso sem ofender o outro, com uma voz mais baixa e suave. Isso requer treinamento da mente e evolução espiritual, pois reflectimos o que temos dentro de nós.

9. No inicio desse aprendizado de não reclamar, pode até reclamar na sua mente, mas procure não expressar, com palavras, o seu descontentamento. Isso não é engolir sapo ou ser submisso, mas dominar a mente negativa e descontente.

10. Pare de querer controlar os outros ou a vida, porque isso é impossível. Ninguém muda ninguém e nem pode controlar os acontecimentos, porque tudo é impermanente. Podemos e devemos, sim, controlar nossa mente e mudar a nós mesmos.

11. Desenvolva o sentimento de gratidão que é o antídoto para não reclamar. Em vez de ficar lamentando, conte as suas bênçãos, e veja como é abençoado em muitos aspectos.

12. Liberte-se do sentimento de culpa., que cria uma prisão interna. Em vez de se culpar, aprenda com os seus erros. Desenvolva a humildade de reconhecer seus erros e peça desculpas. Às vezes, nem errou e culpa-se sem motivo. Assim, faça o melhor que puder, libertando-se das cobranças e do perfeccionismo.

13. Não alimente medos imaginários. O medo é a maior causa dos nossos sofrimentos internos. Perceba que eles são criados pela mente negativa e, que quando os enfrenta, eles vão desaparecendo como bolha de sabão, porque não têm consistência, são apenas ilusões do ego negativo.

14. Tenha disciplina na fala, evitando boatos e comentários maldosos sobre os outros. Evite brigas e discussões, pois isso desarmoniza a si mesmo, a sua família e o ambiente à sua volta.

15. A meditação regular e o relaxamento são ferramentas essenciais para aquietar a mente e conseguir superar traumas de infância e mágoas.

16. Entenda que o ansioso vive pensando no futuro. A pessoa com raiva vive no passado. Desse modo, desenvolva a habilidade de estar presente. Não perca o presente, esse momento tão precioso, pensando nas expectativas do futuro ou nas lembranças do passado. Valorize seu dia a dia, pois nada se repete. Viva o aqui e agora e seja mais tranquilo e equilibrado.

Namastê